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| Sistema de Indicadores de Desertificação para a Europa Mediterrânea | ||
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g Escolher os indicadores adequados para si DIS4ME fornece um vasto conjunto de indicadores para utilizar nos vários contextos da desertificação. Pode encontrar indicadores referentes a muitas das necessidades e solicitações, relacionados com:
A base de dados do DIS4ME inclui uma pesquisa fácil, para selecções mais pormenorizadas, incluindo selecção por:
Alguns indicadores são combinados em índices ou ferramentas. Estes índices foram desenvolvidos por cientistas do DESERTLINKS, para responder a algumas questões específicas:
Um sumário das ideias que estiveram na base do sistema de indicadores DIS4ME é de seguida apresentado. g Encontrar os melhores indicadores (ver também Sobre indicadores: fontes de indicadores) Lembre-se que um indicador, está lá, para indicar qualquer coisa, para ser um sinal de algo. Um indicador de desertificação, sugere que pode haver um problema de desertificação. Não é definitivo, não precisa de fornecer os detalhes completos. Uma pequena profundidade de solo, não é um indicador de desertificação, mas também não quer dizer, que irá definitivamente haver um risco de desertificação, sem ter em conta outros factores (indicadores) tais como coberto vegetal, ou declive da vertente. A Agência Europeia de Ambiente define um indicador como “um parâmetro ou valor derivado de parâmetros, que dá informação sobre um fenómeno. Os indicadores são informação quantificada que ajuda a explicar, como as coisas estão a mudar ao longo do tempo e como variam espacialmente. Estes geralmente, simplificam a realidade, de maneira a tornar fenómenos complexos, quantificáveis, para que informação possa ser comunicada.” [1] Para se qualificar, um indicador como útil deve estar conforme com certos critérios. De acordo com a OECD [2] um indicador deve ser Especifico, Mensurável, Atingível, Relevante e ligado ao tempo. A Agência Europeia de Ambiente sugere que os indicadores devem demonstrar relevância política, serem úteis para os utilizadores, e solidez analítica, tal como mensurabilidade [3]. Deve ser eficiente em custos, para compilação dos dados necessários. O problema de disponibilidade de dados pode ser contornado, dando a possibilidade de escolha, de medidas ou parâmetros que possam ser obtidos para o mesmo indicador. Um exemplo concreto é a aridez, onde existe uma lista de índices de aridez, que são em geral utilizados, cada um útil num determinado contextuo ou a diferente escala. Os indicadores devem também, ser compreensíveis, fáceis de interpretar e adequados para indicar mudanças ao longo do tempo. g Indicadores para lidar com as principais questões da desertificação (ver Indicadores: Questões de Desertificação para detalhes completos) Antes de construir, desenhar, o DIS4ME listamos os principais problemas referentes à desertificação, descritos pelos comités nacionais e agentes e decisores em Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Cada país procurava, os indicadores que ajudariam a identificar onde a desertificação era um problema actual ou potencial, e monitorizar mudanças ao longo do tempo. Portanto, era essencial fornecer indicadores para lidar com problemas e questões. Foram identificados os grupos principais de questões, sobre desertificação incluindo: Abandono da terra; desflorestação, aumento na agricultura de regadio intensiva; sobrepastoreio; degradação do ambiente físico; práticas de agricultura de sequeiro desapropriação de terras marginalmente produtivas; litoralização (migração de comunidades para a costa); alterações na disponibilidade de recursos hídricos; alterações na actividade económica; alterações na estrutura social; e organização institucional para combate à desertificação. g Indicadores têm de ser específicos O núcleo da Agência Europeia de Ambiente listou 400 indicadores ambientais, incluindo indicadores específicos como, densidade populacional, perda de matéria orgânicano horizonte superficial dos solos e incêndios florestais. Estes exemplos são fáceis de antever e capazes de significar o mesmo, para a maioria dos utilizadores. Em contraste também listaram indicadores não específicos tais como: boas práticas agrícolas, protecção contra a erosão, estado da paisagem, equilíbrio de nutrientes no solo. “Boas práticas agrícolas” são factores muito importantes no combate a desertificação, mas um conceito tão geral é difícil de usar, de uma maneira prática como um indicador, a menos que possa ser descrito, por uma combinação de parâmetros amplamente aceite (índice). São as componentes prática, especialmente práticas mensuráveis, como consumo de agua, ou frequência das lavouras, que são mais facilmente destacados, definidos e explicados, inequivocamente, como indicadores. Os indicadores têm de ser práticos. Saber sobre o balanço de nutrientes no solo, seria útil, mas não pode ser medido com facilidade e com precisão, nem cartografado a grande escala. Ao invés, o coberto vegetal que se pode visualizar através de imagens por detecção remota, indicam o estado do solo. Outros problemas surgem, mesmo com indicadores como “consumo de água”. Um valor claro de consumo de água tem pouco valor, sem informação ou definição suplementar. Poderia ser anual ou sazonal, total ou apenas sobre o consumo agrícola. É dependente da sua fonte: chuva, rio, água subterrânea, canal, canalização ou produto de desalinização. Sem uma definição standard, pode não ser valido comparar indicadores para diferentes áreas ou países. Em DIS4ME usamos um número de indicadores específicos relacionados com o uso de água, incluindo consumo de água por sector, disponibilidade de água, área irrigada e exploração de água subterrânea. As ideias práticas
e interessantes para outros indicadores falharam, porque dados adequados que
não irão estar disponíveis, facilmente. Este facto pode dever-se tanto a
falta de dados de inovadores, ou de lapsos nos programas de monitorização.
Exemplos incluem população transitória, uso de água por turistas, ou procura
de produtos agrícolas. Algumas vezes a reflexão sobre a utilidade de
indicadores, pode sugerir a recolha futura de importantes bases de dados. A
abordagem aos indicadores permite identificar lapsos na monitorização e
recolha estatística e promover a harmonização da recolha de dados a nível, local,
nacional e regional. A falta de dados
não tem de ser um problema, quando está disponível para escolha uma gama de
indicadores, que possam ser adequados aos dados existentes. Deve ser dada um
destaque particular ás características observáveis numa paisagem, ex. coberto vegetal, profundidade de solo, e aplicação de políticas
de gestão. Verifica-se um progresso, em termos dos dados disponíveis de 1) ao
nível de simples diagnósticos gerais, com informação facilmente disponível; a
2) indicadores que fornecem um elevado nível de informação; a 3) o nível de
informação obtido, por desenhar esquemas específicos de monitorização; a 4)
os detalhes completos e os dados de uma pequena área. No DIS4ME o conjunto básico
de indicadores fornece índices simples de, qualidade de solo, clima,
vegetação e qualidade de gestão. A determinação do risco de desertificação
pode então ser refinada, de acordo com outros dados que estão já disponíveis
ou podem ser recolhidos. É importante rentabilizar os dados que já estão disponíveis. Existe um crescente número de projectos e organizações a implementar programas de monitorização, fornecendo metadados, ou mantendo outras bases de dados para ajudar a troca da informação. Portais da Europa Mediterrânea, que incluem catálogos para fornecimento de dados CLEMDES [4], DISMED [5], EU-MEDIN [6], UNEP.Net Europe [7], e UNEP GEO Data Portal [8]. g “Topo para a Base” versus “Base para o Topo” (Ver Acerca de indicadores: Outros sistemas de indicadores) Em contraste com
a abordagem, do topo para a base utilizada pela CSD (Comissão sobre Desenvolvimento
Sustentável), o Comité da UNCCD sobre Ciência e Tecnologia, não tomou a
liderança de coordenar e desenvolvimento de uma lista global de indicadores
de desertificação, e depois coordenar os testes em pises individuais. Ao invés,
seguindo linhas do guião do CST [9], países e organizações no interior de
cada anexo estão a colaborar para desenvolver os seus próprios indicadores, com
uma ênfase adicional, no facto de usarem indicadores que são relevantes para
preocupações das populações locais, em vez de unicamente o serem para as estratégias
do governo nacional. Os indicadores do projecto LADA (Determinação de
Degradação da terra em terras secas) foram também recolhidos com participação
activa dos agentes e decisores. O DESERTLINKS reconhece que ambas as
aproximações têm que ser integradas. g Seleccionar e rejeitar indicadores para DIS4ME (ver Acerca dos indicadores : Fontes de indicadores) No decurso do projecto DESERTLINKS, revisões regulares da lista de indicadores, adicionaram e removeram indicadores. Alguns indicadores que, inicialmente, pareciam úteis, foram removidos da lista, porque era impossível descreve-los, adequadamente ou medi-los de maneira a terem significado. Aqueles que podem ser totalmente descritos são descritos sempre que possível de acordo com o formato estipulado internacionalmente. g Descrições de indicadores (ver Indicadores: Base de dados DIS4ME) Para descrever indicadores
foi adoptado o formato padronizado usado pela CSD (Comissão sobre
Desenvolvimento Sustentável), que já tinha sido utilizado para os indicadores
de desertificação, pela Agência Italiana de Protecção do Ambiente (ver Enne and Zucca
[10]) e subsequentemente pelo DESERTLINKS. g Classificação dos indicadores do DIS4ME (ver Indicadores: lista de indicadores) No DESERTLINKS
consideramos mais simples classificar indicadores por classes: física/ecológica,
económica, social e institucional. Esta classificação encoraja o utilizador a
pensar para além da mais comum abordagem física/ecológica. Todas as descrições
de indicadores, igualmente referem o Programa DPSIR (Força Motora, Pressão, Estado,
Impacto, Resposta). Tal, foi desenvolvido por organizações tais como A Agência
Europeia de Ambiente, para organizar a informação ambiental e fornecer links
para os decisores. O programa ajuda a explicar a relação, entre o estado
actual de uma paisagem e os factores que podem aumentar ou reduzir o risco de
desertificação. Indicadores de força motora e pressão, tais como condições climáticas
e alterações de uso da terra, podem ser desenvolvidos para fornecer sistemas
de aviso prévio. DPSIR é um conceito útil para o cientista, mas para o agente ou decisor pode ser às vezes confuso. Não é sempre fácil decidir em qual categoria DPSIR se encaixa um indicador. Pode depender do contexto ou da escala de operação. Por exemplo, declínio de densidade populacional ou quantidade de culturas agrícolas, pode tanto ser uma força impulsionadora e uma resposta. Na Agência Europeia
de Ambiente, os sistemas de indicadores podem ser classificados em função de
estarem ligados à descrição, performance, eficiência ou bem-estar total. Indicadores
de performance, em particular, podem estar relacionados com valores de referência
ou limites. Esta classificação explica porque alguns indicadores, se são
descritivos, podem não ter valores de referência óbvios. Ao nível nacional,
os políticos estarão muito mais interessados em indicadores de eficiência e
bem-estar total, do que em medidas de erosão de solo numa área. Existe uma
necessidade de indicadores que possam ser convertidos directamente em
decisões de politica. g Valores de referência e limites (ver descrição individual de um indicador) Por valores de referência e limites, queremos dizer os limiares dos parâmetros associados com desertificação. “Valores de referência são usados para desenvolver correlações entre vários parâmetros e providenciar uma linha base para monitorizar ao nível local, nacional e regional” [12]. Um limite é um ponto limiar entre dois regimes de um sistema, ou o ponto de partida para um novo estado, ex. entre árido e semi-árido. Valores de Limite para um indicador são dados quando possível, fornecendo informação definitiva do limite acerca do qual a probabilidade dos processos de desertificação, se tornarem ou não um problema. Um relatório sobre valores de referência e indicadores foi produzido, pelo Comité para Ciência e Tecnologia da UNCCD em 1997 [13], sugerindo que os valores de referência, devem ser definidos, quando possível. É verdade que um indicador é inútil se não incluir valores de referência? Certamente, valores de referência são desejáveis, mas existem alguns indicadores úteis, em que tal isto pode nunca ser possível. Um exemplo é o indicador “frequência de cheias”, descrito em termos de probabilidade. Situações individuais, serão muito diferentes de acordo com o clima, geologia, topografia e especialmente gestão. Pode ser muito difícil, por variadíssimas razões atribuir valores definitivos a valores de referência ou a limites de indicadores singulares. O mais comum e possível, é sugerir gamas ou amplitudes de valores. Algumas classes podem ter limites específicos: profundidade de solo, coberto vegetal, protecção contra os fogos. Outras classes podem ser simplesmente, baixo, médio ou alto, para indicadores como, a intensidade de uso da terra, ou drenagem. No entanto note-se, que mesmo um solo muito pouco profundo, pode não significar que exista um risco de desertificação, se está em equilíbrio com factores de vegetação, clima e gestão. Quando os
indicadores são combinados em índices, existe uma maior oportunidade
de encontrar valores de referência, pois o equilíbrio entre pelo menos
alguns dos principais factores causadores de desertificação são incorporados.
O projecto MEDALUS III providenciou um método de classificar áreas Ambientalmente
Sensíveis nos países do Mediterrâneo Norte [14]. Os limites no interior
desta classificação podem ser usados como Valores de referência. Este
trabalho foi desenvolvido e refinado no projecto DESERTLINKS para obtenção
do Índice de Sensibilidade Ambiental. Os indicadores usados para o calcular
são: Rainfall
- Pluviosidade, Aridity
index (2) - Índice de aridez (2), Slope
aspect - Declive da vertente, Drainage
- Drenagem, Soil
depth - Profundidade, Rock
fragments - Fragmentos Rochosos, Soil
texture - Textura do solo, Parent
material - Rocha mãe, Slope
gradient - Exposição da vertente, Vegetation
type - Tipo de vegetação, Vegetation
cover - Coberto vegetal, Erosion
protection - Protecção contra a erosão, Drought
resistance - Resistência à seca, Policy
enforcement - Aplicação de políticas e Land
use intensity - Intensidade de uso da terra. Este é um conjunto
básico de indicadores. Não é necessário um conjunto mínimo de indicadores,
pois o índice pode ainda ser calculado, se a informação para alguns
destes indicadores está em falta. O modelo
PESERA-RDI (Pan-European Soil
Erosion Risk Assessment - Regional Degradation
Index) fornece um indicador de desertificação
de base física para toda a Europa Mediterrânea a g Indicadores principais “titulares” (ver mais pormenores em: Usar e combinar indicadores: Indicadores principais) Indicadores
principais são mencionados em variados sistemas de indicadores, mas não têm
sempre o mesmo significado. Devem ser indicadores chave, importantes, que
mostram onde desertificação é um problema e onde não é. A AEA usa o termo de
indicadores principais, para sintetizar extensas de listas de problemas específicos
ex. degradação do solo, alterações climáticas. No
DESERTLINKS temos procurado indicadores principais chave, que possam ser definidos
e medidos da mesma maneira, em áreas ou países adjacentes, de maneira a se
obter uma base credível para comparação e monitorização de alterações. Estes
indicadores podem ser já de uso geral nos países do Anexo IV, ou serem indicadores
adicionais seleccionados, para ampliar uma abordagem comum. Indicadores
principais são, normalmente, calculados de uma colecção de indicadores, como
um índice ex. índice de qualidade de solo, índice de
clima. g Sistemas de Aviso Prévio (ESW) Outra meta importante, para os sistemas de indicadores contemporâneos é, o Sistemas de Aviso Prévio. O Comité UNCCD para a Ciência e Tecnologia redigiu um relatório em 1999 [15]. Concluíram que em África, o ESW não conduziram até agora à prevenção de fome, de uma forma tão eficiente como originalmente fora a intenção. Isto porque, a informação fornecida não estava sempre útil na prática, e existiam normalmente, obstáculos políticos ou institucionais, na prevenção de uma resposta adequada. O DIS4ME não foi desenvolvido, ainda, para uso como um EWS, mas a monitorização dos indicadores principais e índices descritos, providenciaria uma boa base de recolha de dados comparáveis, espacialmente, e ao longo do tempo. O DIS4mME fornece ferramentas para predizer o risco de desertificação, e estas podem ser adaptadas para novas áreas, quando é necessário, aviso prévio g Indicadores de qualidade de vida (ver Indicadores: Lista de indicadores) A qualidade de
vida é muito difícil de medir ou de encontrar um indicador para a sua avaliação,
mas faz diferença se a terra produtiva em áreas, potencialmente, degradadas
pode ser sustentada. Se as comunidades sentirem que existem boas
oportunidades para futuras gerações, irão tomar cuidado com a terra e planear,
para além do lucro a curto prazo. No DIS4ME os indicadores sociais incluem, nível
de escolaridade dos adultos, índice de pobreza, índice de envelhecimento, e
taxa de crescimento de população. O indicador “Percentagem de subsídios
à produção da EU”pode evidenciar áreas onde os subsídios podem ditar
práticas agrícolas (com consequências ou produtivas ou adversas), e áreas que
podiam beneficiar de maiores subsídios. Às vezes podemos usar indicadores que
agem Muitos dos indicadores descritos no DIS4ME, estão agora a ser usados de maneira pratica. Indicadores principais e índices estão já a ser cartografados em toda a Europa Mediterrânea no seio de iniciativas nacionais e internacionais. Existe o objectivo de estender as ideias a novas áreas, e agora que a metodologia está traduzida para Português, Espanhol, Italiano e Grego, o DIS4ME torna-se uma importante fonte de informação para os decisores locais, grupos de agricultores, escolas e universidades. O DIS4ME pode ser adoptado como uma ferramenta de treino, para despertar a consciência para os problemas associados com desertificação. Muitos indicadores do DIS4ME são idealmente adequados para monitorização a longo prazo, pois a sua descrição precisa, garante que todos estão a medir os mesmos parâmetros e que dados recolhidos serão comparáveis e fáceis de interpretar. Os indicadores
no DIS4ME podem ser usados em conjunção com o conceito Ciclo Adaptativo.
As alterações no ambiente tomam lugar numa hierarquia de escalas
interactivas. O ambiente é dinâmico, não estático, e as interacções evoluem,
adoptando o último conjunto de condições. Á medida que uma área passa por uma
política ou ciclo adaptativo, diferentes tipos de indicadores podem ser necessários
“A resistência ecológica expande e contrai à medida que propriedades
chaves do sistema, lentamente se modificam” [17]. Alterações podem ser
interpretadas em termos de saúde ecológica. Outro conceito útil é o de Capital Natural (considerado ao lado de capitais sociais e económicos). O ambiente pode ser visto como um ecossistema dinâmico natural, mas pode ser melhorado ou degradado pelas acções antrópicas ao longo do tempo. Se pode ser colocado um valor nos serviços providenciados pelo ecossistema, as alterações podem ser monitorizadas. A OECD (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico) usa esta abordagem, com indicadores de biodiversidade e saúde ecológica [18]. Esperamos, ter providenciado maneiras práticas de usar indicadores de desertificação para a maioria das necessidades. No entanto, se quiser mais conselhos ou ajuda, por favor use o fórum de discussão DIS4ME, ou os contactos dados nas páginas do DIS4ME, ou o e-mail <desertlinks@medalus.demon.co.uk> [1] Gentile, A.R. From national monitoring to European reporting: the EEA framework for policy relevant environmental indicators. http://www.desertification.it/asv/ASINARA%20WEB/04gentile.htm
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