As principais questões associadas à desertificação no Mediterrâneo

Voltar à Introdução

 


Litoralização
Autor principal: Claudio Zucca and Veronica Colombo <nrd@uniss.it>
Contribuições de
: Jorge García Gómez <jorgegg@um.es>, Francisco López Bermúdez <lopber@um.es>, Giovanni Quaranta, Rosanna Salvia <quaranta@unibas.it>



g Descrição das razões que elevam á litoralização e porque é uma questão no contexto da desertificação
Autor: Claudio Zucca and Veronica Colombo <nrd@uniss.it>

Definição. Litoralização, é definida como “concentração de actividades económicas em áreas costeiras como resultado do crescimento urbano, actividades industriais, turismo e irrigação”, constitui um dos elementos de vulnerabilidade específica descritos no CCD Anexo IV para o Mediterrâneo Norte. De maneira geral, litoralização pode ser definida como o processo de concentração de actividades económicas, população e localidades em áreas costeiras. O processo pode ser associado com o abandono dos lugares do interior e portanto com o fluir da população e de recursos desses territórios para a costa. Em outros casos pode dever-se a um diferente ou desenvolvimento preferencial. No primeiro caso, litoralização e abandono de terra são dois aspectos do mesmo problema, típicos de grandes áreas do Norte do Mediterrâneo, particularmente, na Península Ibérica. Este problema está a causar grandes desequilíbrios sociais e uma crescente pressão nos recursos naturais tanto na interior (ver abandono de terras) como na costa. O processo também pode ser caracterizado pela componente do “turismo” e pelo desenvolvimento desta actividade, algumas vezes em competição com as outras, outras vezes em paralelo. Uma consequência comum e notável é o fenómeno da urbanização costeira. Em alguns casos uma concentração da actividade agrícola, é igualmente observada, tal como no Sudeste de Espanha e em várias regiões de Itália e Grécia.

Relevância da Questão (consequências). A urbanização costeira é um tipo de urbanização, particularmente, arriscada pois o contexto costeiro introduz elementos de alta vulnerabilidade ambiental. Estes consistem em:

  • Escassez e vulnerabilidade do recurso água subterrânea e superficial;
  • Consumo de solo de alta qualidade, é particularmente intenso, devido ao facto de ser bem conhecida, a restrita ocorrência de áreas planas nas costas mediterrâneas, havendo uma competição, particularmente acentuada, com actividades agrícolas, tal como uma ameaça aos usos tradicionais;
  • Crescente ocupação de vales e leitos de rios efémeros por construções; 
  • Crescente ameaça aos frágeis ecossistemas costeiros, por exemplo áreas húmidas e sistemas de dunas e areais, que são importantes para o de descanso e de reprodução de aves migratórias.

Este tipo de dinâmica de urbanização, pode ser visto como uma causa de desertificação, quando os seus efeitos directos e indirectos se consideram ser:

  • Perda irreversível de solo, particularmente de solos produtivos adequados para a agricultura, devido à directa impermeabilização do solo por estruturas, para aterros sanitários, poluição, etc;
  • Perda irreversível de coberto vegetal e sítios naturais e os seus frágeis ecossistemas;
  • Alteração do regime hidrológico e maior frequência de cheias;
  • Empobrecimento progressivo, quantitativo e qualitativo, de recursos hídricos devido a sobre-exploração (crescente consumo) salinização e poluição;
  • Crescente competição entre as urbanas e rurais pelas necessidades de água, acentuando a crise de áreas rurais;
  • Degradação da paisagem, alteração do microclima.

Estes problemas ambientais, generalizados nos países do Mediterrâneo Norte, são mais severos nas áreas onde, durante as últimas décadas, politicas de desenvolvimento favoreceram o turismo em massa. O turismo no Mediterrâneo é caracterizado por movimentos de pessoas concentrado, principalmente, no período de Verão, para áreas de interesse; mais de 30% do turismo do mundo é atraído pela região mediterrânea, 80% dos quais pelos países Europeus (Espanha, Sul de Itália, França, Grécia). O Plano Azul antevê para 2025, uma média de 200/250 milhões de visitantes por ano. Eles introduzem novos padrões de urbanização, caracterizados por alto consumo de terra per capita (áreas residenciais e de serviços) e mais exigentes em qualidade de vida (especialmente, em termos de consumo de água). A pressão exercida por estes movimentos de massa sazonais causa impacto no ambiente, economia e herança cultural e natural, em alguns casos favorecendo o desenvolvimento, em muitos outros alterando equilíbrios frágeis.

Quando a litoralização é controlada, pelo desenvolvimento turístico, surgem outros elementos críticos:

  • Desenvolvimento urbano, geralmente rápido e desordenado;
  • Grande número de edifícios usados apenas alguns meses por ano;
  • “Sazonalidade” de serviços;
  • Abandono de actividades económicas tradicionais, em favor de actividades nem sempre sustentáveis;
  • Uma pressão antrópica muito forte em áreas muito estreitas, com consumo de recursos e acumulação de excedentes;
  • Limitada responsabilidade ambiental e comportamentos não sustentáveis dos turistas.

Causas: Níveis de oportunidades. Essencialmente, causados por factores políticos, económicos e sociais, que resultam em melhores oportunidades para o investimento e emprego ao longo da costa (politicas/incentivos de apoio ao desenvolvimento turístico; diferentes oportunidades para novos investimentos e; atracção dos modelos urbanos de vida; outros). A degradação da terra no interior (falta de água induzida pelo homem e degradação de solo), pode contribuir muito para determinar estas oportunidades e os níveis de rendimento.

Em alguns casos, este movimento pode ser favorecido por alterações climáticas recentes, especialmente, pelo decréscimo significativo em precipitação. Não existe uma tendência clara para as regiões do Mediterrâneo Norte, mas tal parece ser muito importante para outras regiões (dados de Marrocos sugerem um nítido e forte decréscimo na média anual de precipitação nos últimos 30 anos).

References

  • Kapur et al. (2004) Soil sealing: the permanent loss of soil and its impacts on land use. The MEDRAP Concerted Action to support the Northern Mediterranean Action Programme to Combat Desertification. First Workshop on Sustainable Management of soil and water resources, Athens (Greece), 15-17 December 2001, pp. 108-125.
  • Sommer S., Loddo S., Puddu R. (1998) Indicators of soil consumption by urbanisation and industrial activities. Proceedings of the International Seminar on Indicators for Assessing Desertification in the Mediterranean, Porto Torres (Italy) 18-20 Settembre 1998, pp. 116-125.
  • D'Angelo M., Enne G., Madrau S., Zucca C. (2001) Soil consumption by urbanisation: a case study in northern Sardinia (Italy). In options Méditerranées, Serie A n°44, Interdependency between Agriculture and Urbanisation: Conflicts on Sustainable Use of Soil and Water, pp. 287-293.
  • Evliya H., Paksoy H., Göçük G., Altinok A. (2001) GIS evaluation of the effect of urbanisation on Cucurova plain with the help of remote sensing. In options Méditerranées, Serie A n°44, Interdependency between Agriculture and Urbanisation: Conflicts on Sustainable Use of Soil and Water, pp. 107-118.
  • Auerneheimer C. Tourism, agriculture and the environment. The case of the province of Alicante. (2001) In options Méditerranées, Serie A n°44, Interdependency between Agriculture and Urbanisation: Conflicts on Sustainable Use of Soil and Water, pp. 171-194.
  • Mininni M., Migliacci A., Mairota P., Martinelli N. (2001) Ecology continuity at the urban fringe: the landscape of area north east of Naples and the Somma Vesuvio. In options Méditerranées, Serie A n°44, Interdependency between Agriculture and Urbanisation: Conflicts on Sustainable Use of Soil and Water, pp. 267-276.
  • Costa E., Passarelli D., Sturiale L., Salamone S. (2001) The enhancement of the Tyrrhenian coast of Calabria by endogenetic/endogenous development of local resources. In options Méditerranées, Serie A n°44, Interdependency between Agriculture and Urbanisation: Conflicts on Sustainable Use of Soil and Water, pp. 295-323.
  • Coccossis H. (2001) Sustainable development of the Greek Islands. In options Méditerranées, Serie A n°44, Interdependency between Agriculture and Urbanisation: Conflicts on Sustainable Use of Soil and Water, pp. 391-394.

5 topo


g Exemplos de litoralização em áreas Mediterrâneas
Autor: Claudio Zucca <nrd@uniss.it>

Exemplos típicos do fenómeno nas regiões do Mediterrâneo Norte são, as penínsulas ibérica e italiana (as figuras anteriores são fotos nocturnas de satélite), onde turismo é uma importante força motora. O caso da província de Alicante em Espanha é emblemático: a “parede de cimento”, devido a uma urbanização descontrolada, ao longo da linha da costa, como resultado de uma politica de desenvolvimento, baseada no turismo em massa, teve um severo impacto no ambiente. Agora é reconhecida como a causa da perda dos frágeis ecossistemas costeiros (áreas húmidas) e da acelerada erosão costeira. Itália é um dos países com mais população da Europa, com uma densidade populacional média de 189 pessoas/km², mas tem uma densidade de 500 nas planícies e ao longo das costas, onde 18 milhões de pessoas vivem (um aumento de 30% entre 1951 e 1991). A presença do turismo nas áreas costeiras excede 30 milhões por ano. Localidades turísticas criaram “cidades lineares”, com um volume total de 3,150,000 m³, dos quais 850,000 são apenas usados durante o Verão. O contínuo urbano na faixa costeira através da construção de aglomerados residenciais, casas secundárias e outras estruturas turísticas colocou em perigo áreas de importância ecológica e degradou irreversivelmente importantes ecossistemas de dunares e áreas húmidas.

g Espanha
Autores: Jorge García Gómez <jorgegg@um.es>, Francisco López Bermúdez <lopber@um.es>

A concentração da actividade económica em áreas costeiras, como resultado do crescimento urbano e da população, actividades industriais, turismo e irrigação é provavelmente, o evento mais importante, em termos de desenvolvimento do território na região de Múrcia nos últimos 25 anos. Começou lentamente nos anos 60 do século XX e cresceu dramaticamente em 1990. Causou importantes processos de degradação ambiental na área. Litoralização e abandono da terra são dois aspectos do mesmo problema, pois as actividades económicas moveram-se do interior para a linha da costa e o mesmo fez a população. No entanto, nem todos os processos são simultâneos e por vezes estão presentes processos de “sucessão” nos usos da terra. A primeira etapa é o estabelecimento de actividades agrícolas de irrigação ao longo da costa, com melhores condições climáticas para cultivo, nos períodos de maior lucro (Outono - Inverno), sobretudo em estufas e fundamentalmente para exportar para outros países da UE. Ao mesmo tempo, ocorreram processos de abandono das actividades agrícolas de sequeiro nas áreas rurais interiores. A urbanização associada ao turismo e às actividades agrícolas nas áreas costeiras, alterou drasticamente as paisagens costeiras.

O desenvolvimento de actividades turísticas tornou-se o segundo nível do processo de sucessão. Á medida que a procura de recursos para o desenvolvimento turístico aumentou, foram impulsionadas mudanças no uso da terra. A terra, usada para actividades agrícolas e as áreas naturais na costa, chegou a preços muito elevados, e os agricultores e proprietários foram persuadidos a vender, para a urbanizar. A consequência é a urbanização costeira. Esta transformação da paisagem de estufas, para o de empreendimentos turísticos (resorts, equipamentos hoteleiros, clubes de golfe e actividades associadas) é agora um processo comum nas áreas costeiras.

Aparte dos efeitos na paisagem, a litoralização também causa desequilíbrios sociais e uma crescente pressão sobre os recursos naturais, tanto no interior (ver Questões de desertificação: Abandono de terra) como na costa. O consumo de água está a crescer muito rapidamente, e conflitos entre utilizadores estão a surgir, antevendo grandes problemas no futuro. As pressões em áreas naturais protegidas e sobre actividades tradicionais são muito grandes, causando por vezes danos muito sérios no ambiente, bem como importantes alterações sociais e económicas.

Por outro lado, processos de migração do interior para as áreas costeiras estão a ser parcialmente compensados, por novos empreendimentos turísticos, nestas áreas rurais do interior. No entanto, estas actividades são no geral irregulares, e afectam negativamente as paisagens e os recursos rurais. Ao mesmo tempo, o investimento público está muito mais concentrado nas áreas costeiras, enquanto que as áreas rurais interiores se tornam cada vez menos atractivas para os habitantes residentes.

5 topo

g Bacia do Agri, Itália
Autores: Giovanni Quaranta, Rosanna Salvia <quaranta@unibas.it>

A bacia do Agri localiza-se na região da Basilicata, Sul de Itália. Situa-se no coração dos Apeninos da Basilicata, cobrindo 1 730 quilómetros quadrados, com uma população de 94 291 habitantes. O rio Agri percorre 136 km até ao mar Mediterrâneo.

A linha da costa da Basilicata, que inclui parte da Baixa bacia do Agri, revela um forte desequilíbrio territorial, quando comparada com as áreas interiores, devido à concentração de actividades económicas. Seguindo o desenvolvimento de uma agricultura intensiva, o crescimento do turismo é o fenómeno que mais caracteriza a dinâmica das áreas costeiras. Durante o período de 5 anos de 1996-2001, a presença de turistas em Basilicata, aumentou mais de 60%, com 12.1% taxa média anual. Em particular, o crescimento na Baixa bacia do Agri (Metapontino), que registou um crescimento de 41% em dois anos, é principalmente atribuível á abertura de novos resorts turísticos, o que aumentou muitíssimo a atracção desta.

O mapa seguinte, mostra a distribuição das presenças turísticas nos municípios da região destacando-se uma clara e definida concentração, em 6 áreas, nas quais se concentra 90% do turismo regional. Algumas destas áreas são compostas por um só município, ou por um grupo de vários. As áreas a vermelho recebem mais de 50 000 presenças turísticas anualmente, e a Baixa região do Agri absorve 73.9% do turismo regional.

Presença turística distribuída por município (Região da Basilicata) – valores absolutos 2001 (fonte: APT Basilicata)

A relação entre presenças turísticas e população residente (densidade turística) oferece uma indicação da vocação turística da cidade e portanto, indirectamente, do papel que o turismo desempenha na economia da cidade. A Baixa bacia do Agri contêm muitos dos municípios, onde existem mais de 1 000 presenças turísticas por 100 habitantes.

Densidade turística por município (Região da Basilicata) – presenças turísticas por 100 habitantes. 2001 (fonte: APT Basilicata e dados do ISTAT)

O desenvolvimento da actividade turística coloca problemas significativos, tanto ao ambiente como á sociedade. A área é uma das de maior interesse em termos naturais (áreas SIC) e a pressão turística, mesmo que em breves períodos do ano é caracterizada, por um aumento no consumo de água e produção de excedentes. O desenvolvimento da área está a atrair fortes investimentos externos, de organizações que irão construir novos resorts turísticos. Um estudo em curso na Região de Basilicata está a redigir uma lei para dotar a costa Ioniana com ancoradouros para 1500 barcos e infra-estruturas associadas.

Esta decisão, tem de ter em conta, a escassa reposição natural da linha da costa, através dos depósitos dos rios que chegam ao Ionian, que são os mesmos que ficam acumulados nas barragens (Month Cutugno no Sinni, Pertusillo e Gannano no Agri, Camasatra no afluente direito do Basento), construídas para a retenção e gestão de água para irrigação e consumo. Existem numeras empresas (tanto autorizadas como não autorizadas) ao longo dos rios, dedicadas à extracção de conglomerados, causando um progressivo recuo da linha da costa e uma rotação a Norte da foz dos principais rios. A extracção é tão evidente e acentuada, que os planeadores de um novo porto, a ser construído num resort, num dos Municípios do Agri, tem que empreender fortes acções de mitigação, não previstas apenas a alguns anos atrás, quando o porto foi planeado. Injecções de 30,000 de areia por ano foram antecipadas (mais de 3 de areia por dia) para a reconstrução artificial da costa. O propósito é reduzir a erosão da zona de rebentação das ondas, na foz do Agri, retirando areia do sector a montante, já que em qualquer caso se vai produzir um avanço da linha de costa, pela captação de sedimentos pelo molhe da margem direita do porto.

5 topo


g Visão geral de como se interrelacionam os indicadores
Autores: Claudio Zucca e Veronica Colombo <nrd@uniss.it>

Os dois principais pontos de partida, que podem conduzir a dinâmicas de litoralização, são representados por processos de abandono da terra nas no interior e desenvolvimento preferencial das áreas costeiras.

No primeiro caso, uma alta Unemployment rate - Taxa de desemprego (ligada à degradação da terra) leva a Land abandoned from agriculture - Terra agrícola abandonada [1].

A principal força motora de desenvolvimento preferencial das áreas costeiras é o programa legislativo (Politica/lei de uso da água, River basin management plan - Plano de gestão de bacia de rio, Policy enforcement - Aplicação de politica), as dinâmicas económicas e subsídios (Fundos nacionais, Regionais/Locais), que favorecem a agricultura intensiva (medida Land use intensity - Intensidade de uso de terra) e a urbanização costeira.

Ainda mais, tanto a deslocação da população como o desenvolvimento agrícola, contribuem para concentração das actividades económicas, população e empreendimentos, em áreas costeiras. Este processo pode ser medido pelo Urban sprawl - Crescimento urbano.

O processo de urbanização pode ser, efectivamente descrito, por indicadores que medem dinâmicas socio-económicas (Population growth rate - Taxa de crescimento da população, GDP per capita - PIB per capita, Employment index - Índice de emprego, Tourism contribution to local GDP - Contribuição do turismo ao PIB local), procura de recursos (Water consumption by sector - Consumo de água por sector, Aquifer over-exploitation - Sobre-exploração de aquíferos), desenvolvimento turístico (Tourism change - Alteração turística, Tourism intensity - Intensidade turística).

Tanto as actividades turísticas como as agrícolas causam pressão devido ao uso competitivo de recursos e serviços no ambiente. Estes consistem, em degradação e/ou consumo de solo (perda de solo devido ao Urban sprawl - Crescimento urbano), água (quantificada por Groundwater depth (change in) - Profundidade de água subterrânea (alterações em), Water availability - Disponibilidade de água, Water scarcity - Escassez de água, Water quality - Qualidade de àgua) e biodiversidade (determinada por Biodiversity conservation - Conservação de biodiversidade e Forest fragmentation - Fragmentação florestal).

Value added by sector - Valor adicionado por sector, mostra como a agricultura intensiva e as actividades turísticas podem levar a transformações em termos de produtividade laboral.

Efeitos negativos da litoralização e do crescimento urbano descontrolado, resulta em degradação de recursos, “sazonalidade” de trabalhos e serviços e abandono de actividades tradicionais, podem ser limitados por políticas de gestão de terra sustentável.

Implementação de técnicas de gestão sustentável de agro-ecossistemas, como Soil erosion control measures - Medidas de controlo de erosão de solo e medidas de conservação da água subterrânea, podem contribuir para prevenir a degradação do interior e consequente o abandono de terra e o movimento da população.

A introdução e aplicação de políticas sustentáveis, como a Local Agenda 21 - Agenda Local 21 ou Penetration of tourism eco-label - Penetração de eco-label podem levar a melhores padrões de urbanização. Este tipo de abordagem previne desequilíbrios socio-económicos, pressões sobre os recursos naturais e os movimentos da população do interior para as áreas costeiras.

Notas

[1] Esquema não exaustivo, sendo exclusivamente, baseado nos indicadores incluindos na tabela relacionada.

5 topo