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Desenvolvimento de objectivos, acções e indicadores nos países
da sub-região do Anexo IV - Portugal, Espanha, Itália e Grécia
Autor: Nichola
Geeson <desertlinks@medalus.demon.co.uk>
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AID-CCD
Troca activa sobre indicadores e
desenvolvimento de perspectivas no contexto da UNCCD
Homepage
da
AID-CCD
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Este
sumário de actividades sobre o desenvolvimento e uso de indicadores de
desertificação em Portugal, Itália, Grécia e Espanha, é adaptado do
relatório escrito para o projecto AID-CCD em Setembro de 2004.
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Um grupo de
Experts do projecto "Active Exchange of Experience on Indicators and
Development of Perspectives in the Context of the UNCCD", (Commission of
the European Communities- AID-CCD-EVK2-2002-00609), criou um questionário
intitulado "Enquiry: Benchmarks and Indicators of Desertification
Processes". O questionário circulou nos Pontos Focais dos países do
Norte do Mediterrâneo. O relatório destaca o uso de indicadores e índices, e
as extensões em que estes foram cartografados ou monitorizados nestes países.
A colaboração do
DESERTLINKS com os Pontos Focais resultou na discussão dos indicadores mais
importantes ou úteis, e a avaliação de indicadores do DIS4ME em novas áreas,
em adição ás Áreas Alvo do DESERTLINKS.
O relatório
AID-CCD concluiu:
- Um consenso na
definição e uso de indicadores principais padrão deve ser atingido, o
mais rapidamente possível. Alguns países já usam algum tipo de índice de
aridez ou bioclimático e um índice relacionado com tipo de solo ou perda
de solo por erosão. Outros sugerem, indicadores principais relacionados
com uso de terra e danos para as paisagens, por desertificação, na forma
de, ex. seca, fogo, salinização ou risco de cheias.
- A relevância de
indicadores sociais e económicos de desertificação, como índice de
envelhecimento, índice de pobreza, densidade populacional ou áreas sob
subsídios, começa a ser reconhecida. Factores económicos e sociais podem
muitas vezes ser alterados com maior facilidade que factores físicos da
paisagem, e as oportunidades de combater desertificação por tais
métodos, devem ser aproveitadas.
- Os países do grupo
do Anexo IV reconhecem o benefício de cartografar as áreas ameaçadas.
Cartografar, permite monitorizar as mudanças na desertificação, ao longo
do tempo, quando mapas de períodos de tempo específicos são comparados.
Se os indicadores principais padrão forem cartografados, então será
possível monitorizar alterações nas regiões e não apenas nos países
individualmente.
- A graduação das
unidades cartografadas de indicador de desertificação podem sugerir
valores de referência úteis. No entanto, não é normalmente possível,
providenciar valores de referência comum para indicadores individuais
simples, devido à variabilidade de relações entre os factores de
desertificação. Séries de valores, podem mais facilmente ser usadas como
valores de referência, ex. classes de coberto vegetal, profundidade do
solo. A pesquisa sobre combinações de indicadores para providenciar
índices compostos, está a decorrer.
- Indicadores sociais
e económicos são usados á escala da bacia e sub-nacional, mas são muito
pouco usados, á escala nacional, e não são usados a escala regional ou global.
Tal deve ser solucionado.
- A identificação de
áreas sensíveis à desertificação deveria ser uma prioridade. O trabalho
dos projectos MEDALUS para definir Áreas Ambientalmente Sensíveis
providenciou uma base sólida para cartografar e monitorizar e, é usada
em projectos subsequentes como DESERTLINKS, DISMED e DesertNet.
- A validação do
diagnóstico das áreas sensíveis é necessária a todas as escalas.
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