|
|
Portugal
Autores: Nichola Geeson e Jane Brandt <desertlinks@medalus.demon.co.uk>,
com profundos agradecimentos a Ana Almeida e Lúcio do Rosário do Ponto Focal português.
|
Objectivos
|
Acções
Propostas
|
Indicadores
utilizados
|
|
1. Conservação
de solo e água.
2. Fixar a população em idade de trabalho em áreas rurais.
3. Recuperação de áreas afectadas
4. Campanhas para aumentar a consciência pública sobre a questão da
desertificação.
5. Tornar a
luta contra desertificação uma parte integral da política geral e
sectorial.
|
1. Conservação
de solo e água.
2. Manter a população em áreas rurais.
3. Recuperação de áreas mais ameaçadas pela desertificação.
4. Pesquisa, experimentação e difusão.
5. Garantir que desertificação é incluída em políticas de desenvolvimento.
|
1.
Aridity
Index (2) - Índice de aridez (2)
(Penman)
2. Índice de Perda de Solo
3. Drought
index - Índice de seca
4. Índice combinado de susceptibilidade à desertificação.
Em Abril de
2002, 19 indicadores foram escolhidos para teste: densidade populacional, fragmentos
rochosos, profundidade do solo, vertentes, precipitação, aridez, risco de incêndio,
protecção à erosão, resistência à seca, índice de emprego, erosividade da
chuva, índice de seca, crescimento urbano, capacidade de infiltração,
estabilidade do horizonte de superficial, intensidade de pastoreio.
|
|
Fonte:
[1]
|
Fonte:
[2]
|
Fontes:
[3], [4]
|
No âmbito do
projecto DISMED, Portugal obteve progressos substanciais na cartografia de um
número de indicadores á escala nacional. (DISMED Technical
Workshop, Djerba 2002
[5].)
O NAP baseou-se
na informação técnica e cientifica fornecida por diferentes organizações,
incluindo Ministérios, ONGs, Escolas e Instituições
de pesquisa. Foram identificados produtos temáticos específicos, com a condição
dessa informação ser reportada ao nível nacional (NUT IV). O Sistema de
Informação Geográfico que suporta o NAP Português, é
descrito no trabalho de Pimenta et al. (1997) [6].
O desenvolvimento
dos indicadores, levado a cabo pelo grupo Português do DISMED, feito com base
nestas linhas condutoras irá usar o presente sistema de informação até que um
novo esteja disponível. Todo o trabalho técnico desenvolvido pelo DISMED português
está referenciado no grupo de indicadores e índices propostos por Enne & Zucca (2000) [7],
que já inclui os indicadores e índices usados pelo sistema português.
Consultas com
agentes e decisões locais. Em colaboração com o projecto DESERTLINKS, o Ponto Focal Português,
participou na realização, em Maio de 2002, de uma série de workshops, nas quatro áreas piloto: Alcoutim (Serra
Algarvia), Mértola (margem Esquerda do Guadiana), Mação (Pinhal Interior Sul)
e Mogadouro (Arribas do Douro) [8]. Este processo participativo envolveu 200
participantes, incluindo decisores políticos; técnicos com intervenção local;
agentes económicos; cidadãos e representantes de associações locais. Os
participantes foram convidados a identificar os sinais de desertificação, que
pensavam ser particularmente relevantes para a sua área, e apresentar
propostas para soluções, identificar parceiros potenciais e discutir as
principais barreiras ás soluções.
|

|
Localização
de áreas piloto em Portugal (Ilustração cortesia de Ana Almeida, membro do
Ponto Focal Português)
|
Cartografar a
desertificação á escala nacional. Usando alguns dos indicadores da metodologia ESA,
e desenvolvendo outros em função das características nacionais e dados disponíveis,
o Ponto Focal Português cartografou a susceptibilidade à desertificação [9].
|

|
O Índice de
Aridez usa a definição Penman onde:
Índice de
aridez = média anual da precipitação / média anual da evapotranspiração potencial.
|
|

|
O Índice de
susceptibilidade do solo à desertificação é determinado a partir
das seguintes camadas de dados:
Profundidade
do solo, permeabilidade do solo, estabilidade da estrutura do solo,
fragmentos rochosos, drenagem, declive das vertentes.
|
|

|
Índice de susceptibilidade
da vegetação à desertificação é determinado das seguintes camadas de dados:
Risco de incêndio,
protecção contra a erosão, resistência à seca, coberto vegetal, estrutura
do coberto, proximidade à clímax
|
|

|
As
camadas acima são combinadas no Índice de susceptibilidade a
Desertificação
|
|

|
Em
adição aos anteriores, o Ponto Focal, também desenvolveu um número de indicadores económicos e sociais
complementares. Estes são densidade populacional, decréscimo em
população, índice de vitalidade (população> = 65 anos / população com
menos de 14 anos), dependência de idosos (população> = 65 anos / população
15-64 anos), Nível de escolaridade, Segundas casas(%),
Poder de Compra (ilustração).
|
Referências
[1] p15 Portugal National Action Programme
www.unccd.int/actionprogrammes/northmed/national/2000/portugal-eng.pdf
[2] p16 Portugal National Action
Programmewww.unccd.int/actionprogrammes/northmed/national/2000/portugal-eng.pdf
[3] p13 Portugal National Action
programme
www.unccd.int/actionprogrammes/northmed/national/2000/portugal-eng.pdf
[4] p7 National report on the implementation
of the convention to combat desertification in Portugal. http://www.unccd.int/cop/reports/northmed/national/2002/portugal-eng.pdf
[5] Portugal report DISMED technical
workshop on thematic and sensitivity mapping on desertification and drought: Minutes of the meeting,
February 27- March 2, 2002, Djerba, Tunisia. http://dismed.eionet.eu.int/events
[6] Pimenta, Santos & Rodrigues (1997) A proposal
of indices to identify desertification prone areas, presented in the "Jornadas de reflexión
sobre el Anexo IV de aplicatión
para el Mediterrâneo Norte - Convenio
de Lucha contra la Desertificación", Murcia (22-23 May).
[7] Enne, G. and Zucca, C. 2000. Desertification
Indicators for the European Mediterranean region. State of the art
and possible methodological approaches.
ANPA/NRD/UNCCD/Ministero dell'Ambiente.
Rome.
[8] National Coordination
Committee of the NAPCD, Public Participation in the Fight Against
Desertification, May 2002
[9] Lúcio do Rosário (2004) Indicadores de
Desertificação para Portgal Continental.
Direcção-Geral dos Recursos Florestais. http://www.dgrf.min-agricultura.pt
5 topo
|